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Fred Tilson

Fred Tilson

Samuel (Fred) Tilson nasceu em Barnsley em 19 de abril de 1903. Jogou futebol local antes de ingressar no clube Barnsley da Segunda Divisão em 1926. Jogando como atacante, Tilson marcou 23 gols em 61 jogos.

Em 1928, Tilson e seu amigo Eric Brook, ingressaram no Manchester City por uma taxa conjunta de £ 6.000. Naquela temporada, o clube conquistou o campeonato da Segunda Divisão. Brook fez apenas 6 aparições naquela temporada.

Ao contrário de seu amigo Eric Brook, Tilson não conseguiu se estabelecer como um membro regular do time principal. No entanto, ele ainda conseguiu marcar 12 gols naquela temporada.

O Manchester City terminou em terceiro lugar na temporada 1929-30. Tilson estava dentro e fora do time, mas quando foi selecionado ele se saiu bem, marcando 7 gols em 11 jogos. Foi somente na temporada 1931-32 que ele conquistou a posição interna-esquerda com 13 gols em 37 jogos. Na temporada seguinte, ele foi transferido para o atacante e recompensou o clube marcando 17 gols em 29 jogos.

O Manchester City teve uma boa campanha na FA Cup na temporada 1932-33. Fred Tilson marcou três gols na vitória do clube por 9 a 0 sobre Gateshead. Eric Brook marcou os dois gols contra o Walsall (2-0) e um hat-trick contra o Bolton Wanderers (4-2). Tilson marcou contra Burnley (1-0) e Derby County (3-2) e o Manchester City chegou à final em Wembley. A equipe do Everton naquele dia incluía jogadores como Dixie Dean, Cliff Britton, Ted Sager e Albert Geldard. Com Tilson ausente devido a lesão, o City perdeu o jogo por 3-0.

Na temporada 1933-34, o Manchester City terminou em 5º lugar na Primeira Divisão da Liga de Futebol. O clube também teve uma boa campanha na FA Cup na temporada 1933-34, derrotando o Blackburn Rovers (3-1), Hull City (4-1), Sheffield Wednesday (2-0), Stoke City (1-0), Aston Villa (6-1) para chegar à final contra o Portsmouth. A caminho de Wembley os gols foram marcados por Fred Tilson (7), Alec Herd (4) e Eric Brook (3). A defesa, que incluiu jogadores como Frank Swift, Sam Cowan, Jackie Bray e Matt Busby, também teve um bom desempenho.

O Manchester City enfrentou o Portsmouth na final em Wembley. Tilson tinha um histórico de lesões tão terrível que, quando Sam Cowan o apresentou a George VI antes do jogo, ele disse: "Este é Tilson, Vossa Majestade. Ele está jogando hoje com duas pernas quebradas." Tilson fez um bom trabalho, já que marcou os dois gols na vitória por 2 a 1, aumentando seu total para nove em oito jogos da copa naquela temporada.

Fred Tilson conquistou sua primeira internacionalização pela Inglaterra contra a Hungria em 10 de maio de 1934. A seleção da Inglaterra naquele dia incluía Raich Carter, Cliff Bastin, Eric Brook, Tom Cooper, Sammy Crooks e Eddie Hapgood. Tilson marcou aos 84 minutos, mas a Hungria venceu o jogo por 2-1.

Tilson manteve sua vaga no time contra a Tchecoslováquia seis dias depois. Novamente ele marcou, mas a Inglaterra perdeu por 2-1. Ele marcou dois gols em seu terceiro jogo internacional contra o País de Gales, em 29 de setembro de 1934.

Tilson estava em grande forma na temporada 1934-35 e marcou 18 gols em 34 jogos. Os gols de Eric Brook (17) e Alec Herd (14) ajudaram o Manchester City a obter o quarto lugar naquela temporada, atrás de Arsenal, Sunderland e Sheffield Wednesday.

Em 19 de outubro de 1935, Tilson jogou contra a Irlanda do Norte. Tilson marcou dois gols na vitória da Inglaterra por 3-1. Apesar do excelente recorde de marcações de seis gols em quatro jogos, foi o último jogo de Tilson pelo seu país. Isso porque Tilson tinha problemas com lesões e a Inglaterra tinha outros grandes atacantes na época, como Ted Drake, George Camsell, Tommy Lawton, Frank Broome e Freddie Steele.

Em 1936, Wilf Wild comprou Peter Doherty de Blackpool por uma taxa recorde do clube de £ 10.000. O Manchester City conquistou o título da Primeira Divisão na temporada 1936-37 e Doherty acabou sendo o artilheiro com 30 gols. Tilson adicionou 15 em 23 jogos. A equipe também incluiu Frank Swift, Eric Brook, Alec Herd, Jackie Bray e Sam Barkas.

Tilson sofreu várias lesões nas últimas duas temporadas e Wilf Wild decidiu vendê-lo para o Northampton Town em março de 1938. Durante seu tempo no Manchester City, ele marcou 110 gols em 245 jogos. Tilson disputou 41 partidas pelo Northampton antes de terminar sua carreira no York City.

Tilson mais tarde retornou ao Manchester City, onde trabalhou com sucesso como treinador, gerente assistente, gerente interino e olheiro-chefe. Ele se aposentou em 1967.

Fred Tilson morreu em Manchester em 21 de novembro de 1972.


História da Empresa

Em 10 de março de 1995, Brent R. Tilson estava trabalhando na declaração de impostos de um cliente quando questionado se sua firma de CPA consideraria processar a folha de pagamento de várias centenas de fisioterapeutas. Naquele fim de semana, durante uma viagem surpresa de fim de semana com sua esposa, as rodas mentais começaram a girar enquanto Brent pensava em todas as maneiras pelas quais as empresas poderiam se beneficiar de uma organização externa ajudando-as a gerenciar mais do que impostos e processamento de folha de pagamento, mas administração de benefícios, conformidade e outros funcionários Serviços. Dois meses depois, em 25 de maio de 1995, nasceu a Adminiserve.

O final da década de 1990 foi repleto de tentativas e erros quando a empresa começou a divulgar seu nome e serviços exclusivos. A partir daí, a empresa cresceu. E cresceu.

Em 2003, a empresa foi consistentemente classificada como uma das empresas de Indiana e de crescimento mais rápido do país, obtendo o reconhecimento da revista Inc. por três anos consecutivos como uma das 500 empresas privadas de crescimento mais rápido do país, incluindo a 11ª posição em 2001 , a classificação mais alta para uma empresa sediada em Indiana naquele ano. Brent foi finalista do Ernst & amp Young Entrepreneur of the Year em 2000, 2001 e 2002, e ele fez a classe de 2000 de "40 Under 40", um prêmio anual concedido pelo Indianapolis Business Journal aos principais jovens executivos de Indiana.

Ao longo dos anos 2000, a Tilson recebeu reconhecimento contínuo por seu alto crescimento e liderança empresarial, por meio da aquisição de três concorrentes e da introdução de benefícios para funcionários e serviços de design. Tilson mudou-se para sua nova sede corporativa de 20.000 pés quadrados - e Tilson Conference Center - em Greenwood, Indiana, em 2008. Como parte dos planos de expansão de Tilson, a empresa adquiriu outro concorrente com sede em Phoenix, Arizona, em 2012. Este escritório agora fornece vendas e serviços para a base de clientes nacionais em contínua expansão da empresa.

Apoiado pela experiência de sua empresa ajudando centenas de empresas a navegar pelos complicados problemas organizacionais que enfrentam ao longo de seu ciclo de vida, Brent foi convidado em 2018 para publicar um novo livro com a ForbesBooks chamado Vá devagar para crescer rápido: mantendo sua empresa conduzindo e prosperando em um mundo de negócios competitivo e de ritmo acelerado.

Hoje, Tilson atua como um campeão para pequenas empresas e empreendedores em escala local e nacional. Durante seu mandato como presidente da Associação Nacional de Organizações de Empregadores Profissionais (NAPEO), Brent estava à frente da aprovação da legislação federal para o setor e, mais recentemente, trabalhou em estreita colaboração com legisladores em questões importantes para PEOs e seus negócios clientes como a Lei CARES estava sendo transformada em lei.

A Tilson continua construindo sua sólida história com a implementação de tecnologia nova e aprimorada, experiência profissional aprimorada, treinamento e programação educacional, relacionamentos mais fortes com fornecedores, crescimento sólido e expansão de mercado.

A pedra angular de sua missão corporativa é aumentar o valor de seu negócio, maximizando a eficácia de seus funcionários.

10 de março de 1995

A ideia de uma empresa de serviços de força de trabalho surgiu, graças ao pedido e necessidade de um dos clientes CPA de Brent R. Tilson.


フ レ ッ ド テ ィ ル ソ ン

サ ミ ュ エ ル フ レ デ リ ッ ク テ テ ル ソ ン (1904 年 4 月 19 日 - 1972 年 11 月 21 日) は, マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ と イ ン グ ラ ン ド で プ レ ー し た 英国 の プ ロ サ ッ カ ー 選手 で し た 彼 は サ ウ ス ヨ ー ク シ ャ ー 州 ス ウ ィ ン ト ン で 生 ま れ ま し た 彼 は 1930 年代 に.. FA カ ッ プ と リ ー グ チ ャ ン ピ オ ン シ ッ プ (デ ィ ビ ジ ョ ン 1) の 両 方 で 優勝 し た シ テ ィ チ ー ム の 一 員 で し た. 彼 は 「と ら え ど こ ろ の な い ボ デ ィ ス ワ ー ブ を 持 っ た 素 早 い 思想家」 と 評 さ れ て い ま す. [2]

フ レ ッ ド テ ィ ル ソ ン
個人 情報
フ ル ネ ー ム サ ミ ュ エ ル フ レ デ リ ッ ク テ ィ ル ソ ン [1]
生 年月 日 (1904-04-19) 1904 年 4 月 19 日
出生地 ス ウ ィ ン ト ン 、 イ ギ リ ス
死亡 日 1972 年 11 月 21 日 (1972-11-21) (68 歳)
死 の 場所 マ ン チ ェ ス タ ー 、 イ ギ リ ス
位置 セ ン タ ー フ ォ ワ ー ド
シ ニ ア キ ャ リ ア *
チ ー ム ア プ リ (Gls)
1928〜1938 マ ン チ ェ ス タ ー 市 264 (110)
1938〜 1939 年 ノ ー サ ン プ ト ン タ ウ ン 41 (10)
1939–? ヨ ー ク シ テ ィ
ナ シ ョ ナ ル チ ー ム
1934〜1935 イ ン グ ラ ン ド 4 (6)
* シ ニ ア ク ラ ブ の 出場 と ゴ ー ル は 国内 リ ー グ で で の み カ ウ ン ト さ れ ま す

テ ィ ル ソ ン は 1904 年 4 月 19 日 に ヨ ー ク シ ャ ー の ウ ェ ス ト ラ イ デ ィ ン グ の ス ウ ィ ン ト ン で 生 ま れ ま し た. 彼 は バ ー ン ズ リ ー コ ン グ リ ゲ ー シ ョ ナ ル ズ で サ ッ カ ー の キ ャ リ ア を 開始 し, イ ン サ イ ド フ ォ ワ ー ド と セ ン タ ー フ ォ ワ ー ド の 両 方 の ポ ジ シ ョ ン で プ レ ー す る こ と が で きま し た. そ の 後, 彼 は バ ー ン ズ リ ー に 移 り, エ リ ッ ク · ブ ル ッ ク と 一 緒 に 演奏 し ま し た. 両 方 の プ レ ー ヤ ー の フ ォ ー ム は よ り 大 き な チ ー ム を 引 き 付 け de 1928 年 に 彼 ら は 両 方 と も £ 6,000 の 合計 料 金 で マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ に移 さ れ ま し た [3] ペ ア は グ リ ム ズ ビ ー タ ウ ン に 対 し て 3 月 17 日 に デ ビ ュ ー し ま し た. [4] ブ ル ッ ク と テ ィ ル ソ ン は ト ミ ー ジ ョ ン ソ ン と フ ラ ン ク ロ バ ー ツ の 2 人 の イ ン グ ラ ン ド イ ン タ ー ナ シ ョ ナ ル を 含 む ク ラ ブ で 強力 な フ ォ ワ ー ド ラ イ ン に加 わ っ た。

彼 の 最初 の シ ー ズ ン で, テ ィ ル ソ ン は 6 回 の 出場 を 果 た し, シ テ ィ が 最初 の 部門 へ の 昇 進 を 獲得 す る の を 助 け ま し た. テ ィ ル ソ ン は チ ー ム に 264 の リ ー グ 出場 を 果 た し, 110 ゴ ー ル を 記録 し ま す. チ ー ム で の 彼 の 第 2 シ ー ズ ン で は, 彼 は 22 回 プ レ ー し, 12 ゴ ー ル を 記録 し, 38 ゴ ー ル の ク ラ ブ 記録 を 記録 し た ト ミ ー ジ ョ ン ソ ン と 14 ゴ ー ル を 記録 し た エ リ ッ ク ブ ル ッ ク に 次 ぐ シ テ ィ で 3 番 目 に 高 いゴ ー ル ス コ ア ラ ー に な り ま し た. 怪 我 は 1929 年 か ら 1930 年 と 1930 年 か ら 1931 年 の フ ッ ト ボ ー ル シ ー ズ ン に 彼 の 出現 を 制 限 し ま し た. 彼 は 1931 年 か ら 1932 年 の フ ッ ト ボ ー ル シ ー ズ ン に 13 の リ ー グ ゴ ー ル と 3 つ のFA カ ッ プ ゴ ー ル を 獲得 し ま し た. 市 は そ の 年 に な ん と か FA カ ッ プ の 準 決勝 に 到達 し ま し た が, ア ー セ ナ ル に 1-0 で 敗 れ ま し た. 1932 年 か ら 1933 年 の フ ッ ト ボ ー ル シ ー ズ ン で は, テ ィ ル ソ ン は す べ て の 大会 で23 ゴ ー ル を 記録 し た ク ラ ブ の 主要 な ゴ ー ル ス コ ア ラ ー で し た. こ れ に は, 17 の リ ー グ ゴ ー ル と 6 つ の FA カ ッ プ ゴ ー ル が 含 ま れ て い ま し た. 1933 年 の FA カ ッ プ 決勝 で, マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ は, イ ン グ ラ ン ド 代表 のデ ィ キ シ ー デ ィ ー ン が キ ャ プ テ ン を 務 め た エ バ ー ト ン に 3 ゴ ー ル を 奪 わ れ ま し た. テ ィ ル ソ ン は そ の 年 の 大会 の 決勝 戦 に は 出場 し ま せ ん で し た が, ポ ー ツ マ ス に 2 対 1 で 勝利 し て 2 得 点 を 挙 げ た 1934年 の FA カ ッ プ 決勝 戦 に 出場 し ま し た. 市 は ハ ー フ タ イ ム で ゼ ロ に ゴ ー ル を 決 め て い た が, 市 の ゴ ー ル キ ー パ ー, フ ラ ン ク · ス ウ ィ フ ト は ポ ー ツ マ ス に リ ー ド を 与 え た と 自 分 を 責 め た. テ ィ ル ソ ン は 若 い キ ー パ ー を慰 め よ う と と し て 、 後 半 に 2 点 を 獲得 す る の で 心 配 し な い よ う う 言 っ た た。 彼 は 自 分 の 言葉 に に 実 だ っ た。 [5]

テ ィ ル ソ ン は マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ の 殿堂 入 り を 果 た し ま し た. 1977 年, マ ン チ ェ ス タ ー 市 議会 は, テ ィ ル ソ ン を 含 む 有名 な 市 の 選手 に ち な ん で, モ ス サ イ ド の 新 し い 不動産 の 11 通 り に 名 前 を 付 ​​け ま し た. [6] 彼 は、 タ イ ム の Web サ イ ト [7] で 史上 28 番 目 に 偉大 な シ テ ィ プ レ ー ヤ ー と し て リ ス ト ト さ れ て お り 、 、 イ ア ン ペ ニ ー の 著書 「マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ の 本質 的 な 歴. 」で は 18 番 目 に リ ス ト さ れ て い ま す。 [8]

  1. ^http://www.englandfootballonline.com/TeamPlyrsBios/PlayersT/BioTilsonSF.html
  2. ^ バ レ ッ ト 、 ノ ー マ ン (1999)。 デ イ リ ー テ レ グ ラ フ フ ッ ト ボ ー ル ク ロ ロ ニ ク ル 第 4 版 。 カ ー ル ト ト ン ブ ッ ク ス リ ミ テ ッ ド。 ISBN 1-85868-884-1。 p。 65
  3. ^
  4. ク レ イ ト ン 、 デ ビ ッ ド (2002)。 青 い 月 の 下 下 の す べ て : マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ FC の 完全 な 本 - そ し て も っ と! 。 エ ジ ン バ ラ: 主流 の 出版。 ISBN 1-84018-687-9。 p。 40
  5. ^
  6. ジ ェ ー ム ズ 、 ゲ イ リ ー (2002)。 マ ン チ ェ ス タ ー: 最大 の 都市 。 レ ス タ ー : 極地。 ISBN 978-1-899538-22-5。 140。
  7. ^
  8. バ レ ッ ト 、 ノ ー マ ン (1999)。 デ イ リ ー テ レ グ ラ フ フ ッ ト ボ ー ル ク ロ ロ ニ ク ル 第 4 版 。 カ ー ル ト ト ン ブ ッ ク ス リ ミ テ ッ ド。 ISBN 1-85868-884-1。 p。 55
  9. ^
  10. ワ ー ド 、 ア ン ド リ ュ ー (1984)。 マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ ス ト ー リ ー 。 ダ ー ビ ー ー: ブ リ ー ド ン ブ ッ ク ス パ ブ リ ッ シ ン グ リ ミ テ ッ ド。 ISBN 0-907969-05-4。 p。 75
  11. ^
  12. タ ー ナ ー 、 、 リ ッ ク。 「マ ン チ ェ ス タ ー シ シ ィ の 50 人 の 偉大 な 選手」。 タ イ ム ズ 。 ロ ン ド ン。 2010 年 5 月 2 日 取得。
  13. ^
  14. ペ ニ ー 、 イ ア ン (2000)。 マ ン チ ェ ス タ ー シ テ ィ の 本質 的 な 歴. 。 ス ウ ィ ン ド ン: 見 出 し。 ISBN 0-7472-7034-1。 p。 188

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Sobre nós

Nosso negócio começou quando Fred Holcombe de Mars Hill e Robert Tilson, também originalmente de Mars Hill, construíram e fundaram a funerária Holcombe & amp Tilson em 1929. Essa parceria continuou até a morte prematura do Sr. Tilson em 1937. Sr. Harmon Edwards, um condado de Yancey fazendeiro e ex-xerife, comprou a participação de Tilson e mudou o nome para Holcombe & amp Edwards Funeral Home.

A segunda geração de Holcombe se juntou à empresa em 1935, quando Harlon Holcombe completou seus estudos na Escola de Embalsamamento Gupton Jones em Nashville, TN e veio para Burnsville, servindo como embalsamador e diretor funerário. Com o início da Segunda Guerra Mundial, Harlon, como muitos outros jovens da época, foi chamado para o serviço militar. Seu irmão Herschel veio ajudar enquanto ele estava fora. A intenção de Herschel era retornar ao seu trabalho como vendedor de alimentos no atacado em Mars Hill após o retorno de Harlon. Em vez disso, após o retorno de Harlon do exército, eles obtiveram a participação de seu pai na funerária e, em 1946, compraram a participação do Sr. Edwards e mudaram o nome para Holcombe Brothers Funeral Home. Eles não eram apenas os agentes funerários, mas também forneciam o único serviço de ambulância no condado até 1967, quando o condado começou a administrar e operar os serviços de ambulância.

Durante a metade dos anos 50, o filho de Herschel, Jerry, tornou-se associado à funerária fazendo tudo o que ele era chamado a fazer. Após concluir seus estudos no Cincinnati College of Embalming em 1961, ele se tornou embalsamador licenciado e diretor funerário, iniciando assim sua longa carreira servindo as famílias de nossa região. Ele se aposentou em março de 2020.

Em 1960, os irmãos atenderam à necessidade de um prédio mais moderno para melhor servir as famílias de nossa região. Uma nova instalação, completa com capela e vagas de estacionamento adicionais, foi construída no mesmo local do edifício original. Por muitos anos, essa unidade atendeu às necessidades das famílias.

A metade dos anos 70 trouxe a quarta geração da família para o negócio. Bobby, filho de Jerry, começou da mesma forma que seu pai antes dele. Após completar seus estudos no Gupton Jones College of Mortuary Science em Atlanta, ele ingressou na empresa em 1979 como um Funeral Service License. Hoje, Bobby continua a tradição da família Holcombe de serviço à comunidade.

Outro membro da família que passou a fazer parte da longa história dos irmãos Holcombe no condado de Yancey é o genro de Herschel, Charlie Hensley. Charlie se juntou à equipe após a morte de Harlon em 1980 e continuou sua associação até sua aposentadoria em 2002.

Expandimos nossas instalações em 1988. Uma nova capela maior, saguão, área de arranjos, reformas no prédio existente e vagas de estacionamento adicionais foram concluídas. Essas melhorias nos proporcionaram a capacidade de atender melhor às necessidades de nossas famílias.


Major Fred Albert Tilston

Nascido em: 11 de junho de 1906, Toronto, Ontário
Fidelidade: Exército Canadense
Anos de serviço: 1940 e # 8211 1945
Classificação: Principal
Unidade: The Essex Scottish Regiment
Prêmios: Victoria Cross
Morreu: 23 de setembro de 1992 (86 anos) Toronto, Ontário
Sepultado em: Cemitério Católico Mount Hope

Frederick Albert Tilston, VC (11 de junho de 1906 & # 8211 23 de setembro de 1992) recebeu a Victoria Cross, o maior e mais prestigioso prêmio por bravura diante do inimigo que pode ser concedido às forças britânicas e da Commonwealth . Tilston estudou no De La College & # 8220Oakland & # 8221, uma escola militar preparatória só para meninos em Toronto, Ontário, e formou-se na University of Toronto e no College of Pharmacy.

Tilston serviu no regimento escocês do Essex em uma função administrativa. No início de 1945, ele ocupou o posto de Major interino. Durante a Batalha da Renânia, ele se ofereceu para liderar uma companhia de infantaria em um ataque às posições alemãs na Floresta Hochwald, a oeste do rio.

Por bravura conspícua e determinação inabalável em face da batalha, Tilston foi premiado com a Cruz Vitória.

Em 1945, Tilson ingressou na War Amps Association. Ele também voltou ao seu antigo local de negócios como vice-presidente responsável pelas vendas de produtos farmacêuticos. Ele residiu em Toronto, Ontário, até sua morte em 23 de setembro de 1992.

Quando chegou a hora de substituir o desatualizado Windsor Armory no centro de Windsor, o novo arsenal recebeu o nome do Major F. C. Tilston, VC. Este novo arsenal foi inaugurado em 2004 e inclui também um centro de treinamento policial e militar.


Neste dia (18 de março) de 1933, o Manchester City enfrentou o Derby County na semifinal da FA Cup em Leeds Road. Aqui, para os assinantes, está a história daquele dia, incluindo imagens, uma reportagem da partida e um filme do jogo. Aproveitar!

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38 anos juntos, Tilson Thomas e Robison se casam

Michael Tilson Thomas e Joshua Mark Robison, parceiros por 38 anos, se casaram no domingo na casa da ex-presidente do conselho da San Francisco Symphony, Nancy Bechtle, e seu marido, Joachim. Thomas, que fará 70 anos em dezembro, está comemorando seu 20º aniversário como maestro da Sinfônica de São Francisco. Robison, 68, é seu empresário. Este é o primeiro casamento de ambos.

Os votos foram administrados pelo senador estadual Mark Leno, amigo deles desde que foi contratado há 40 anos como assessor de Thomas, que então dirigia os Concertos da Filarmônica de Nova York e Rsquos para Jovens. Enquanto Thomas e Robison estavam juntos em uma escada, o experiente oficiante Leno, em pé na frente deles, observou que ele & rsquod conduziu mais de 250 casamentos, & ldquossome deles até mesmo com casais do sexo oposto. & Rdquo & ldquoIt & rsquoll nunca pega, & rdquo alguém no pequeno multidão de convidados gritou.

O longo relacionamento do casal começou com a música, quando Thomas e Robison eram meninos. Eles se conheceram como membros da orquestra da North Hollywood & rsquos Walter Reed Junior High School. Thomas tocava oboé e Robison tocava violoncelo. Eles não eram muito amigos, disse Thomas alguns dias antes do casamento, mas & ldquowe têm memórias muito fortes de fazer música juntos quando tínhamos 12 ou 13 anos. Tivemos muito poucas conversas, mas muitos momentos durante a música em que estávamos negociando uma frase juntos. & Rdquo

Amigos de infância

As famílias de Thomas e Robison fizeram parte de uma comunidade de artistas e pessoas criativas de Los Angeles com crenças políticas comuns. O pai de Thomas foi produtor na Mercury Theatre Company antes de trabalhar no cinema e na TV em Los Angeles e sua mãe foi chefe de pesquisa da Columbia Pictures. Ambos Robison & rsquos Parents & mdash Naomi Robison, uma atriz que se tornou professora, e David Robison, um musicólogo que se tornou dramaturgo e roteirista & mdash estavam na lista negra de Hollywood durante os anos McCarthy.

Como suas famílias faziam parte do mesmo círculo, ao longo dos anos, disse Thomas, os dois gostaram da facilidade com que puderam relembrar eventos de nossa infância sem ter que explicar quem são todas essas pessoas. . Nós dois conhecemos os melhores lugares para comer tortas no Vale de San Fernando. & Rdquo

& ldquoNós temos um inventário compartilhado de nossas vidas & rdquo Thomas disse ao The Chronicle quando fez o seu perfil em 2004. & ldquoPara mim, como filho único, a família de Josh & rsquos é a coisa mais próxima que ainda tenho de uma família. & rdquo

A amizade deles continuou na North Hollywood High School, onde Robison se interessou por ginástica, largou a música e se tornou um ginasta campeão. "Ele estava na sala da banda", disse Robison. "Ele estava na academia", disse Thomas.

Antes de proferirem seus votos, cada homem prestou homenagem ao outro e ao sentido de propósito que ainda define seu cotidiano. “Penso nos ideais e paixões que moviam meus pais”, disse Thomas, “o teatro de quadrinhos sendo usado para promover nossos ideais na sociedade. . Nossa grande aventura parece levar a cabo muitos dos ideais de nossos pais.

Referindo-se a Robison como & ldquomy brother, meu namorado do colégio & rdquo, ele lembrou Robison de & ldquoy seus pais sugerindo que você deveria brincar com aquele menino Thomashevsky, aquele garoto nerd & rdquo com antepassados ​​polissilábicos e um problema de sinusite. Todo aquele tempo, disse Thomas, “estava observando de longe como você estava se tornando um superatleta no colégio, com grande apreço, em vários níveis”. Rdquo O bolo de casamento foi decorado com os emblemas do ensino fundamental e médio.

Após o colegial, na UC Berkeley, Robison se tornou o campeão nacional de ginástica escolar. Enquanto isso, Thomas, estudando música na University of Southern California, estava preparando as bases para o que se tornaria o trabalho de sua vida: reger.

Anos depois, no início da década de 70, eles se encontraram novamente, mais uma vez através da música. & ldquoEu estava ensinando em Nova York & rdquo disse Robison, primeiro nas escolas públicas, e depois na Bank Street School, & ldquoEu vi a foto de Michael & rsquos na capa do New York Times e disse a mim mesmo: 'Isso & rsquos o que aconteceu com Michael . & rsquo E minha irmã, Paula, que é flautista, estava fazendo um concerto de música de câmara, e Michael estava no programa também. E ela disse: 'Você deveria vir ouvir seu velho amigo. & Rsquo & rdquo

Os dois se tornaram sócios em 1976, e desde então moram juntos em Buffalo, NY (onde Thomas foi diretor musical da Buffalo Philharmonic), Manhattan, Japão (verões por seis anos) e agora em San Francisco e Miami, onde presidem o New World Symphony, uma orquestra de formação de pós-graduação para jovens músicos.

Quanto ao que é necessário para cada casal, uma canção, & ldquowe & rsquore pensando que nossa música tema é Gershwin & rsquos 'How Long Has This Been Going On? & Rsquo & rdquo disse Thomas. A música foi tocada por um pequeno combo enquanto eles tomavam seus lugares sob um arco floral para se casar.

Os comentários pré-juramento de Robison & rsquos incluíram a promessa de atingir uma série de objetivos matrimoniais, começando com & ldquo a primeira expressão quando você falar comigo será um sorriso & rdquo e para considerar qualquer proposta & ldquono importa quão ultrajante & rdquo com & ldquoafeto, aventura e amor . & rdquo Além da música, os dois nutrem paixões por comida (Thomas é um cozinheiro talentoso), dança (Robison é um tapper, clogger e Lindy Hopper) e seus amados poodles franceses, Maydela e Banda.

Seu conselho estratégico para um relacionamento duradouro: quando ameaçado com um knockdown, & ldquowe sempre recua para um canto neutro & rdquo, disse Thomas. A decisão, depois de todo esse tempo, de se casar, foi tomada há cerca de um ano, de forma um tanto orgânica, & ldquota a maneira como as coisas funcionam por aqui & rdquo disse Thomas, & ldquogradualmente construindo um consenso. & Rdquo O casamento, que eles descrevem como & ldquoa recompromisso pessoal & rdquo, foi pequeno, com apenas alguns amigos próximos por perto. & ldquoTudo isso é muito pessoal e, sendo uma figura pública, eu realmente valorizo ​​coisas pessoais. & rdquo

Ocasião deliciosa

A anfitriã Nancy Bechtle chamou a ocasião de uma ocasião extraordinariamente tocante e deliciosa. Joachim e eu sentimos fortemente que Michael e Joshua são nossa família. E é isso que a família faz quando tem uma oportunidade: dar um casamento. ”Quanto aos dois como um casal,“ acho que é uma relação muito colaborativa ”, disse ela. & ldquoEles obviamente se respeitam muito. Eles são muito legais um com o outro. & Rdquo

Após a cerimônia, Robison e Thomas conduziram alguns amigos a pé em uma procissão descendo a colina através do Presidio até o restaurante Traci Des Jardins & rsquo Arguello, onde se sentaram no pátio tomando uma taça de champanhe.

Thomas tinha passado a tarde com um descascador de morango de metal e mdash, um dispositivo que se parecia com uma pinça de cabo chato, em seu bolso. Ele disse que quando tinha 4 anos viu sua mãe usá-lo e achou tão fascinante que perguntou a ela se poderia tê-lo quando se casasse. Cerca de 10 anos depois que ele e Joshua se tornaram um casal, ela deu a ele, disse ele. & ldquoEla gostou de Joshua. & rdquo


Tilson Fred Image 1 Manchester City 1934

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Descrição

O centroavante Fred Tilson nasceu em Swinton, em Yorkshire, e começou sua carreira no futebol no Regent Street Congregationals of Barnsley em 1925, posteriormente, mudou-se para a Segunda Divisão Barnsley em março de 1926, onde jogou pela primeira vez ao lado de Eric Brook. Ele fez sua estreia na Football League contra o Nottingham Forest em setembro de 1928, e em março de 1928, após 24 gols em 64 jogos, o Manchester City entrou em cena, com Eric Brook seguindo-o até Maine Road dois dias depois por uma taxa combinada de £ 6.000, com Tilson jogando 6 jogos enquanto o City fechava o Campeonato da Segunda Divisão.

Ao longo das próximas 10 temporadas, ele marcou 132 gols em 275 partidas pelo The Citizens. Ele marcou 6 gols na sequência da FA Cup em 1933, mas o City, sem Tilson, foi derrotado por 3 a 0 pelo Everton na final de Wembley. Um ano depois, veio o destaque da carreira de Tilson & # 8217s. Com um gol no primeiro tempo para o Portsmouth na final da FA Cup de 1934, Tilson marcou aos 74 e 88 minutos para ganhar a Copa. Um mês depois da final, ele foi selecionado para a turnê europeia de verão da Inglaterra e # 8217 e conquistou suas duas primeiras partidas pela Inglaterra em partidas contra Hungria e Tchecoslováquia em maio de 1934, ambas as partidas terminando com derrotas por 2 a 1 com Tilson marcando gols da Inglaterra e # 8217s. Ele marcou dois gols em setembro na vitória da Inglaterra por 4-0 sobre o País de Gales em Ninian Park, Cardiff, e sua quarta e última internacionalização, também marcando, na vitória da Inglaterra por 3-1 em Windsor Park, em Belfast. Ele também fez 3 aparições pela Liga de Futebol.

Ele então marcou 18 gols na campanha de 1936-37 quando o Manchester City venceu o Campeonato da Liga, no entanto, ele perdeu seu lugar na temporada seguinte e foi transferido para Northampton Town com Keillor McCullough e Charles Rodger, em uma troca para trazer Maurice Dunkley para Maine Road em março de 1938, no que se revelou uma temporada de rebaixamento do City.

Ele teve pouco mais de uma temporada no Northampton marcando 11 gols em 42 partidas pelos Cobblers, antes de se juntar à cidade de York no verão de 1939, por quem jogou em seus três jogos da liga na temporada 1939-40, antes de ser abandonado devido ao eclosão da Segunda Guerra Mundial.


Fred Tilson - História

Frank Campbell era um adolescente quando foi vendido para manter a Universidade de Georgetown à tona. Ele foi um dos 272 escravos vendidos pelos jesuítas em Maryland para plantações na Louisiana. Cortesia da Ellender Memorial Library, Nicholls State University

À medida que mais escolas começam a enfrentar sua participação na escravidão, elas também consideram como fazer as pazes.

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Três faculdades fazem as pazes

Dezenas de faculdades e universidades americanas estão investigando seus laços históricos com o comércio de escravos e debatendo como expiá-los.

Os lucros da escravidão e indústrias relacionadas ajudaram a financiar algumas das escolas mais prestigiadas do Nordeste, incluindo Harvard, Columbia, Princeton e Yale. E em muitos estados do sul - incluindo a Universidade da Virgínia - pessoas escravizadas construíram campi universitários e serviram professores e alunos.

Hoje, um movimento crescente para confrontar esse legado está sendo estimulado por protestos estudantis e líderes de campus reagindo ao conflito racial de alto perfil que recentemente assolou o país. O resultado tem sido investigações históricas, comissões universitárias, conferências, memoriais e, em Georgetown, um punhado de descendentes de escravos que chegaram como alunos do primeiro ano à instituição que possuía seus ancestrais.

& quotA história da faculdade americana é em grande parte a história da ascensão da economia escravista no mundo atlântico & quot, diz Craig Steven Wilder, historiador do MIT e autor de & quotEbony and Ivy: Race, Slavery, and the Troubled History of America & # Universidades dos anos 39. & Quot

Os primeiros benfeitores que deram dinheiro para Brown e Harvard, por exemplo, fizeram fortuna dirigindo navios negreiros para a África e moendo algodão em plantações no sul dos Estados Unidos. Georgetown podia se dar ao luxo de oferecer aulas gratuitas para seus primeiros alunos em virtude do trabalho não pago de escravos de propriedade de jesuítas nas plantações em Maryland. Na Universidade da Virgínia - fundada e projetada por Thomas Jefferson - escravos cozinhavam e limpavam para os filhos da pequena nobreza sulista.

"Yale herdou uma pequena plantação de escravos em Rhode Island que usou para financiar seus primeiros programas de pós-graduação e suas primeiras bolsas de estudo", diz Wilder. "It aggressively sought out opportunities to benefit from the slave economies of New England and the broader Atlantic world."

Georgetown College campus with the South Building to the left and the North Building to the right, 1831. Courtesy of Georgetown University

To date, there is no single accounting of how much money flowed from the slave economy into coffers of American higher education. But Wilder says most American colleges founded before the Civil War relied on money derived from slavery. He suspects that many institutions are reluctant to examine this past. "There's not a lot of upside for them. You know these aren't great fundraising stories," Wilder says.

Some people say that institutions must do more than make apologies and rename buildings. They insist that scholarships and other forms of monetary reparations are due. And others argue that whatever colleges and universities are doing to acknowledge their slave-holding past — a campus memorial to slaves, for example — is motivated by public relations and does nothing to ameliorate the legacy of slavery and systemic inequality.

Brown University was the first to confront its ties to slavery in a major way. In 2003, Brown president Ruth Simmons appointed a commission to investigate. "What better way to teach our students about ethical conduct than to show ourselves to be open to the truth, and to tell the full story?" she says.

At Harvard, a professor and his students investigated the university's past and found slavery hiding in plain sight. The University of Virginia in Charlottesville is naming buildings for enslaved people who worked there, and teaching high school students about how modern racial inequities are rooted in the slaveholding past. Georgetown is creating an institute to study slavery and has apologized to the families of enslaved people it sold.

Simmons says the recent rise of racial conflicts in the United States is a reprise of past wrongs that went unresolved. She says colleges can promote reconciliation by thoroughly examining their pasts. "We don't have to fight about it. We don't have to be angry about it," Simmons says. "But we do have to come to terms with it."

What follows are stories of three universities investigating their ties to slavery and grappling with how to make amends for this history.

At Harvard, markers of slavery

A grave marker for an enslaved woman named Cicely, in the Old Burying Ground next to Harvard Square. Stephen Smith | APM Reports

The two gray slate headstones stand just yards apart.

They look like many of the thousand or so other markers in the Old Burying Ground in Cambridge, Massachusetts. Each has a name and a date chiseled into the surface and a skull-and-wings emblem — a symbol dating to medieval times — carved at the top.

The markers are modest, smaller than others, yet profoundly unusual, the only ones in the cemetery. They sit atop the graves of African American slaves.

One reads: "Here lyes the body of Cicely, Negro, late servant to the Reverend Minister William Brattle she died April 8, 1714. Being 15 years old."

The other: "Jane a Negro servant to Andrew Bordman Esquire Died 1740/1 Aged 22 years & three months."

The stones are significant for another reason: The Brattle and Bordman families had close ties to Harvard College, which has a long and deep connection to slavery.

Harvard was the first institution of higher learning in America, founded in 1636. Slavery and the slave economy thread through the first 150 years of its history. Slaves made beds and meals for Harvard presidents. The sons of wealthy Southern plantation owners became prominent men on campus. And many of the school's major donors in its first centuries made their fortunes in industries either based on, or connected to, slavery.

The evidence of Harvard's historic links to slavery are there, if you know where to look for them. Jane and Cicely make for unusual clues, according to a Cambridge historian. Few enslaved people were buried with expensive slate headstones. But Jane and Cicely were honored in death after loyally serving prominent Harvard men.

Harvard's ties to slavery were never a secret. Today, however, they're hardly common knowledge on campus and they're generally not reflected in official histories of the university.

That started to change in 2007, when Sven Beckert, a professor of American history, taught a seminar with four Harvard undergraduates. Their mission: dig into the school's archival records to see what traces of slavery they could find. Beckert had been inspired by Simmons' commitment at Brown.

They soon discovered that prominent Harvard figures — including the Puritan Minister Cotton Mather and the Declaration of Independence signatory John Hancock — were slave owners. "In some ways we were surprised by what we found," Beckert says. "Of course, it was ridiculous that we were surprised, because clearly the economy of New England was deeply engaged with the slave economy."

A long legacy of slavery

In fact, Massachusetts was the first colony to legalize slavery, in 1641.

Sugar plantations in the Caribbean devoted most of their land to growing cane. They imported grain, meat, codfish and other supplies from New England. Ship owners in New England hauled back barrels of molasses to make rum. Then they shipped the rum to Africa to pay for slaves. New England merchants used part of the profits from this triangular trade to finance Harvard and other schools.

Over time, cotton from slave plantations in the Caribbean and the American South entered the mix. Cotton fed the great textile mills owned by the Lowell family of Boston, which had extensive ties to Harvard, including a Harvard president and a prominent professor. Banks in Boston and New York supplied loans to southern plantation owners to buy slaves and seed northern insurance companies underwrote slave voyages to Africa and the lives of enslaved people.

"Enslavement and the slave economy was the road for upward mobility for a lot of white Bostonians in the colonial era, and then the antebellum era. And part of becoming respectable is donating to a place like Harvard," says Kathrine Stevens, assistant professor of history at Oglethorp University in Atlanta. Stevens was a Harvard graduate student when she helped Beckert teach his seminar.

Scientific racism is another of Harvard's legacies. In the 19th and 20th centuries, some Harvard professors proposed scientific theories they said proved the inherent inferiority of black people. Chief among them was Louis Agassiz, the geologist and zoologist often described as one of the "founding fathers" of American science.

Agassiz promoted the idea of polygenism — that the different races descended from different species. Other Harvard scientists propagating scientific theories of white superiority were Nathanial Shaler, dean of the Lawrence Scientific School at Harvard, and anthropology professor Earnest Hooton.

"The work they did contributed greatly to legitimizing slavery in the 19th century and to the discrimination that followed," says Zoe Weinberg, a student at Yale Law School who took Beckert's seminar as an undergraduate at Harvard. "Harvard really acted as a pioneer and champion of the field of race science. That was a history I was totally unaware of as a student."

Anti-slavery activists on the Harvard campus were pariahs for much of the antebellum period. Harvard professors who spoke openly against slavery invited fierce criticism from Boston newspapers and risked losing their jobs. In 1838, the Philanthropic Society of Harvard's Divinity School staged a debate on abolition. Harvard President Josiah Quincy discouraged, but did not ban, the event.

When Beckert's history students finished their research, they presented it to Harvard President Drew Gilpin Faust, a historian of the Civil War and the American South. Faust found money for Beckert and his students to write a short book, titled "Harvard and Slavery." This past March, Faust and Harvard held a major conference on universities and slavery, drawing people from around the world.

"Harvard was directly complicit in slavery from the college's earliest days," Faust told the overflow crowd. "This history and its legacy have shaped our institution in ways we have yet to fully understand."

Under pressure from students, the Harvard Law School in 2016 retired its shield — essentially its logo — because it was based on the family crest of an 18th century slave-holding family of Isaac Royall Jr., who endowed the first law professorship at Harvard in 1815, described as the most distinguished chair in American legal education. Royall's father was a Caribbean plantation owner who built the family fortune trading in sugar, rum and slaves.

At the Harvard slavery conference, keynote speaker Ta-Nehisi Coates, who has written powerfully about the African American experience, argued that the university — indeed all higher education institutions with historic links to slavery — needs to do more than publish histories, change logos and similar acts of recognition. "I think every one of these universities needs to make reparations," said Coates, who wrote a prominent magazine article in 2014 arguing the general case. "I don't know how you get around that. I don't know how you conduct research that shows that your very existence is rooted in a great crime and shrug, say you're sorry and just walk away."

Harvard University President Drew Gilpin Faust (left) and journalist and author Ta-Nehisi Coates at a Harvard conference on universities and slavery in April 2017. Tony Rinaldo

The sin of slavery at Georgetown

By the time the Jesuit priests of Maryland founded Georgetown College in 1789, they were among the biggest slave owners in the colony.

With several tobacco plantations scattered across Maryland, the Catholic order owned at least 200 slaves. It used the income from their labor to create Georgetown, part of an educational mission to spread and maintain Catholicism in the U.S.

"The idea was that the Jesuit plantations manned by enslaved people would essentially subsidize the Jesuit educational mission," says Adam Rothman, a historian at Georgetown University, explaining the purpose and economics of free tuition.

Georgetown also directly employed slave labor, says Rothman, citing the school's early ledgers showing rented or hired enslaved people.

By the 1810s, the Jesuits' tobacco plantations failed, and Georgetown was in debt. For some 20 years, the priests debated whether to free their slaves, keep them as part of their religious stewardship or sell them.

The Maryland Jesuits decided to sell 272 men, women and children — virtually their entire slave community — to two planters in Louisiana. They were paid $115,000, roughly $3 million in current dollars. The money helped pay off Georgetown's debts. In 1838, the enslaved people were divided and sent by ship to Louisiana.

Nearly two centuries later, Georgetown President Jack DeGioia formed the Working Group on Slavery, Memory, and Reconciliation to investigate that history and recommend ways to atone.

As college students increasingly became part of nationwide protests against a spate of police killings of unarmed black men, they also gave voice to claims of entrenched racism on their campuses.

By 2015, DeGioia felt it was time for Georgetown to examine itself. "We realized that this was a moment where we needed to have a conversation at Georgetown on our history, and how our history connects to this particular moment in our nation," he says.

That conversation soon took on a new meaning after a surprising discovery later that fall. In November 2015, Georgetown students demanded that two buildings on campus named for Jesuit priests who orchestrated the slave sale be renamed. Richard Cellini, a Georgetown graduate, read about the student protests and wondered what had happened to the slaves when they were sold to Louisiana.

Genealogist Judy Riffel reviews a document related to the GU272 slave sale in her Baton Rouge office. Kate Ellis | APM Reports

Cellini, who is white, says he had never thought much about race issues. But he wrote a note to a member of the working group asking what happened to the slaves who were sold. The person replied that they had all died when they got to Louisiana, speculation never endorsed by the university. To Cellini, this just didn't make sense. "It just struck me as statistically impossible," he says. "I mean, even the Titanic had survivors."

Cellini ran a Google search and found Patricia Bayonne-Johnson, who in 2004 discovered that she was the descendant of slaves sold by the Jesuit leaders of Georgetown. Judy Riffel, a genealogist in Baton Rouge who specializes in African American ancestry, had helped her figure this out. Cellini contacted the women and says that within hours he'd uncovered the truth. "Hundreds of the Georgetown slaves survived for decades after the Civil War," Cellini says. He reckoned that thousands of their descendants were alive today.

Cellini hired Riffel and a team of genealogists to track down the 272 slaves and their descendants. He started a nonprofit, the Georgetown Memory Project (GMP), to fund the work. He says it costs roughly $235 to identify each slave or a descendant.

The GMP has identified and documented the lives of 212 of the original members of the "GU272," the nickname Georgetown students gave the group of slaves as they tweeted their protests — #GU272. The GMP has traced and verified 5,095 direct descendants, living and deceased.

The vast majority of the GU272 descendants alive today reside in southern Louisiana. Many live just a few miles from the cotton and sugar cane plantations where their ancestors were sent in 1838.

A surprising gift: family history

Jessica Tilson visits Immaculate Heart of Mary cemetery in Maringouin, Louisiana, where some of her enslaved ancestors are buried. Kate Ellis | APM Reports

One of these descendants is Jessica Tilson, a 35-year-old student at Southern University who's raising two girls.

Tilson grew up in Maringouin, Louisiana, a small town west of Baton Rouge. Two bayous cut through Maringouin, and flat farmland stretches in all directions. She brings us to the Immaculate Heart of Mary cemetery, where at least 10 of the Maryland slaves are buried, all of them Tilson's ancestors.

Once Tilson discovered she was a descendant of the GU272, she became an expert on who was buried in the cemetery, using an old burial guide from her church. "I walked this whole cemetery with the map," she says. Some bodies are buried on top of others, so discovering exactly who was buried where was tricky.

Tilson often comes to the cemetery to clean the old grave markers. She gently scrubs them with a mixture of flour and water. "I do it mostly in the summertime," she says. "It's hot, but it helps the concrete dry faster."

The Immaculate Heart of Mary cemetery is segregated. A road divides the white and black sections. Tilson says all the people on the black side are cousins. In fact, hundreds of black people still living in Maringouin are cousins.

The enslaved families who came down together from Maryland intermarried. When Tilson was growing up, she and her friends were told they shouldn't date each other because they were related. But no one knew exactly how. "Come to find out," Tilson says, "we're related to each other about five different ways."

Standing in the cemetery, Tilson sounds upbeat as she catalogs the ancestors who were sold. Discovering her family's origins has felt like a gift, from Georgetown. "If it wasn't for them," she says, "I would never have known my family are from Maryland. I can't be mad at them because [they] gave me something that a lot of African-Americans don't have. [They] gave me my history back."

African Americans trying to find their ancestors often can't get past 1870.

That was the first year the federal census began routinely identifying black people by last name. Many slave-holding records only list black people by first name, if at all. Cellini explains that was not the case with the Jesuit plantation owners in Maryland. They kept meticulous records of their human property, including: first and last names, date of birth, parents' names, date of baptism, first communion, confirmation, weddings and funerals.

"I think the Roman Catholic Church is the only organization in the world that records its wrongdoing in triplicate and then preserves it for decades," Cellini says.

Georgetown University holds a lot of these records. They include the original Articles of Agreement for the 1838 sale, which lists all 272 people to be sold by the Jesuits. They also include the ship manifest of the Katherine Jackson, one of three ships that carried the slaves to Louisiana. These documents have been crucial in identifying the descendants of the Georgetown slaves and mapping the ways they're related to each other.

Karran Harper-Royal is the executive director of the GU272 Descendants Association, which formed earlier this year. She lives in New Orleans and discovered she and her family are descendants of the Maryland slaves after a front-page story about the Jesuit slave sale ran in the New York Times. The Descendants Association exists, Harper-Royal says, to reconnect families torn apart by slavery.

Harper-Royal says that when descendants first learn how the Maryland Jesuits sold their ancestors, they're hit with a mixture of emotions. "Initially," she says, "you kind of hate everybody that enslaved your ancestors." But then people figure out how to channel that anger.

Karran Harper-Royal speaks at Georgetown's dedication of Isaac Hawkins Hall and Anne Marie Becraft Hall on April 18, 2017. Kate Ellis | APM Reports

Harper-Royal is on a mission to connect GU272 descendants with their history, and with each other. In January, she led the association's first genealogy workshop for potential descendants. It was held at a public library in New Orleans and had the feel of a family reunion. About 25 people showed up, bringing trays of chicken wings, deviled eggs, and fruit.

Harper-Royal opened the gathering with an overview of the slave sale and reminded her audience, "These people are our relatives." She helped attendees interpret results they got from home DNA tests. Soon enough, cousins were meeting cousins for the first time.

Harper-Royal has also been working with Georgetown to map a way forward. DeGioia, Georgetown's president, formed the Working Group on Slavery, Memory, and Reconciliation in the fall of 2015, before the student protests, and before Richard Cellini had tracked down any descendants. DeGioia says he would never have presumed the descendants wanted to engage with Georgetown. "But once it emerged that they did," he says, "my judgment was it was important to make this personal."

In June 2016, DeGioia traveled to Louisiana to meet with descendants. A few months later, he announced the Georgetown working group's recommendations. They included building a campus research center to study slavery and its legacy, and collaborating with the descendant community to create a public memorial to the slaves the Jesuits sold.

DeGioia also announced that Georgetown was granting legacy status to all the descendants of the GU272, giving descendants the same preference in admissions that the children of alumni get.

"We provide care and respect for the members of the Georgetown community: faculty, staff, alumni, those with an enduring relationship with Georgetown. We will provide the same care and respect to the descendants," DiGioia said.

DeGioia promises that these are just first steps. He has vowed to continue working with the descendant community, but some descendants are skeptical of Georgetown's ability to be a model for change.

Sandra Green Thomas speaks with genealogy workshop attendees at public library in New Orleans. Kate Ellis | APM Reports

Sandra Green Thomas is the president of the GU272 Descendants Association. She says the university's decision to offer legacy status to the descendants is insufficient and that descendants should have their own status. "Our contribution and sacrifice is unique and singular," she says. "People that have donated money to that school have done so by choice. Enslavement was not by choice."

But Thomas plans to continue to work with Georgetown. Two of her children are starting school there this fall.

In April, Georgetown held a ceremony to formally apologize to the descendants of the 272 men, women and children who were sold in 1838.

People sang, prayed and several of the descendants spoke, including Sandra Green Thomas. She said the pain of slavery may have lessened over the generations, but it is not gone. "Our disappointments, and the fortitude needed for daily survival, are both dwarfed by the experiences and the strength of those stalwart people who were ripped from their home place and sent to Louisiana," Thomas said. "Their pain was unparalleled. Their pain is still here. It burns in the soul of every person of African descent in the United States."

DeGioia spoke on behalf of Georgetown: "To the members of the descendant community, to the women and men that we have been privileged to meet, to all of you we have not yet met, and to those that we are unable to meet, we offer this apology for the sins against your ancestors, humbly and without expectation."

As part of Georgetown's tree planting ceremony on April 18, 2017, Jessica Tilson spreads soil from Louisiana plantation where her enslaved ancestors labored. Courtesy of Georgetown University

More than 100 descendants attended the ceremony, including Tilson and Harper-Royal. They each spoke in another ceremony to rename the two buildings students had demanded be changed. One building is named after Isaac Hawkins, the first person listed in Articles of Agreement for the Jesuits' slave sale. The other building is named after the pioneering black educator, Anne Marie Becraft.

Capping the day was a memorial tree-planting ceremony, where the names of all 272 people who were sold were read aloud. A white oak was chosen, since it grows in both Maryland and Louisiana. When Tilson met DeGioia during his visit to Louisiana, she gave him jars of soil from the plantation where her enslaved relatives once labored. At the ceremony, Tilson helped spread that soil around the new oak, a symbol of her ancestors' return home.

Thomas Jefferson's university

In August, white nationalists marched through the University of Virginia campus in Charlottesville, protesting the city's plan to remove a statue of Confederate General Robert E. Lee. One counter-protestor was killed, and dozens of people were injured.

It wasn't the first time people in Charlottesville and the University of Virginia have struggled with the legacy of slavery. The school was built by slaves. Its students and faculty were served by slaves. And like Georgetown, the school continues to search for ways to atone.

In 2013 UVA established a commission to examine the institution's history with slavery. Since then the school has acknowledged its participation in slavery and honored the people it once enslaved. Students helped create a slavery walking tour of the campus. And a prominent stone memorial is planned to honor the estimated 5,000 slaves who labored at the university between 1817 and 1865. Completion of the $6 million Freedom Ring is scheduled for 2019.

Some of the projects have resulted in direct contact between university officials and the descendants of slaves who worked there.

In April UVA President Teresa Sullivan dedicated a new building on campus — Skipwith Hall, commemorating an enslaved stonemason named Peyton Skipwith. It's located on what's believed to be the site where stone was quarried to build the original campus, known as the Academical Village.

"This is part of a broad ongoing effort to recognize the role of slavery in the university's history and to educate the members of our community about the role of the enslaved people at UVA," Sullivan said at the dedication.

UVA was founded in 1819. It was created and designed by former President Thomas Jefferson with the help of fellow Virginians James Monroe and James Madison.

The school was Thomas Jefferson's idea. His plantation, Monticello, was nearby. He wanted to create an atmosphere of learning based on reason and exchange across academic disciplines. While most colonial colleges and universities had ties to Christian denominations, Jefferson considered religious belief to be a private matter. He also was especially concerned that so many young southern men went to northern colleges.

Kirt Von Daacke Stephen Smith | APM Reports

Jefferson designed UVA. The centerpiece is the domed Rotunda, meant to evoke the Pantheon of ancient Rome. The university bought a number slaves to work with free black and white laborers. Slaves did all facets of the work, leveling the ground, planing the timber, quarrying the stone and firing the bricks.

"The story of slavery is basically everywhere at the old university," says Kirt Von Daacke, an assistant dean and a professor of history. "About a million bricks went into building the Rotunda. And every one of them was touched by an enslaved person."

Jefferson held paradoxical views about slavery. He abhorred the institution, saying it corrupted slave owners, slaves and threatened the new, democratic nation. Yet he owned more than 600 slaves and freed only a handful. And most historians agree that he had six children with his slave, Sally Hemmings.

Von Daacke says that Jefferson's ambivalence toward slavery can be seen in the design of the Academical Village.

The sleeping and learning quarters are arranged in a long, graceful U-shape, around a rectangular lawn. The rooms are nearly 200 years old, and students covet the chance to live in them. With its arcaded walkways, the lawn was the "white face" of Jefferson's village, Von Daack says. The working section was the gardens in the back. Slaves lived, worked and grew food there. The design purposely obscured the slaves with brick walls built 8 feet high.

Honoring Peyton Skipwith

Standing on the center lawn of the Academical Village, Von Daacke says Jefferson's attempt to obscure the "black face" never quite succeeded. "It couldn't function that way because the enslaved had to cook, serve, clean rooms, paint, dig holes — whatever needed to be done," Von Daacke says. "This is entirely a space where the enslaved are coming and going all day."

More than 100 slaves worked on campus at a given time, serving more than 600 students and faculty, records show.

Stonemason Peyton Skipwith was owned by John Hartwell Cocke. Cocke co-founded UVA and was a right-hand-man to Jefferson in building the place. Cocke's Bremo Plantation lay about 25 miles from Charlottesville.

Cocke and Jefferson shared two controversial beliefs that set them apart from other Virginia plantation owners: that slavery was a deplorable institution that tended to degrade society, and that slavery should eventually be abolished. Unlike Jefferson, Cocke was also a devout Christian. Though it was illegal to do so, he taught many of his slaves to read and write. He wanted them to study the Bible, lead a pious life, and be prepared to succeed when emancipated.

The UVA archives hold a trove of letters between Peyton Skipwith, his niece Lucy Skipwith and their master, Cocke. While most first-hand accounts of life under slavery are memoirs, the letters from Lucy and Peyton are an unusual opportunity to hear enslaved people chronicle their lives in real time. Historian Randall Miller published an anthology of them, "Dear Master, Letters of a Slave Family."

Carol Malone reads a letter written by her ancestor, Peyton Skipwith, at the University of Virginia. Stephen Smith | APM Reports

When Skipwith Hall was dedicated, UVA invited Skipwith descendants to speak at the ceremony and to examine original copies of letters by Peyton and Lucy Skipwith. Carol Malone is the great, great granddaughter of Lucy Skipwith and a community activist in Cleveland. She first encountered Lucy's letters in "Dear Master." Malone says her ancestor seemed familiar.

"She was able to write and advocate for her family," Malone says. "And when I read the book, I made sense to myself because all of us family are writers. All of us are advocates and activists in some way."

The dedication of Skipwith Hall was just one step in a longer process of addressing for slavery at the University of Virginia. In 2015, the school dedicated a new, five-story dormitory for Isabella and William Gibbons, who became prominent members of Charlottesville's black community after being owned by faculty members.

UVA also runs a week-long summer camp for 30 high school students on the history of slavery. Called the Cornerstone Summer Institute, it was created in 2016 by Von Daacke and Alison Jawetz, a former graduate student. "When students learn about slavery in elementary or high school, it seems very distant and ancient," Jawetz says. "A camp like this talks about the systematic disadvantages that have accrued to people of color."

Universities and colleges with ties to slavery will grow stronger by confronting those legacies, says former Brown University President Ruth Simmons. Brown was the first school to meaningfully address that history. In 2003, Simmons appointed a commission to examine the school's extensive ties to slavery and related industries.

She says today it may be an uncomfortable process for educational institutions, but it's essential. "If you persist in telling a lie about your origins, you are culpable today, and the public has a right to judge you on that basis," Simmons says.

The reasons for confronting slave ties are highly practical, as well, she says. The goal is to create more historically aware young people who strive for better lives and stronger bonds with each other. "So not to go back and punish people, but to build on what we know," she says, "to make sure we have a better future."

A student at UVA's Cornerstone Summer Institute compares a photo of Charlottesville's Vinegar Hill neighborhood before urban renewal. Stephen Smith | APM Reports

There was no need for a BMW symbol at first

The history of the name BMW – the Bayerische Motoren Werke or Bavarian Motor Works – dates back to 1917. BMW emerged from a renaming of the aircraft engine manufacturer Rapp Motorenwerke, located in Munich, the capital of the State of Bavaria in southern Germany. Although the company name changed, the technical equipment, assets and workforce initially remained the same.

When the name BMW was first included in the commercial register in July 1917, there was no company logo. Similarly, the first ad from the same month also lacked any BMW symbol or emblem. What it did feature alongside aircraft engines, however, was its future planned product range: Engines for automobiles, agriculture and boats.

“In the early days, the logo and its meaning were by no means as present to a broad public as they are today, as BMW had no end customers to solicit,” explains Fred Jakobs. The main business was the production and maintenance of aircraft engines for the German Air Force.


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